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lyrics

Distopia


(João Guilherme Dayrell)

Foi sugerido o esforço e um sorriso a zelar
Que o vício traga conforto e as cinzas mostrem o mar
Vem da janela a razão e o inverso é me ver
No espelho de suas mãos, no rosto do desprazer

- O que eu vejo é um mundo sem nossas mãos
- O que eu vejo é o que você ainda vai ver
Ela secou com um riso pálido o meu jardim
- Uma distopia tão clichê e vazia assim

Foi sugerido o esforço, sem ironizar
A afirmação traz o inverso: espinhos feitos de ar
A lembrança é amarga, a rotina engrossa o tom
Eu pergunto se estou em algum jogo?
Onde está meu lugar?

- O que eu vejo é o claro caindo das mãos
- O que nós vemos serão sempre impressões
Ela alertou que o desencontro não estava aí
E um outro café regará o meu jardim

Ela mentiu sobre reencontrar
E sorriu sem desafiar

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from A Tradicional Família Mineira, released July 7, 2009

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